Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Essa história apareceu pela primeira vez em 1967, através do historiador Raphael Patai, e depois a teoria ganhou ainda mais destaque na pesquisa da professora sênior do departamento de Teologia e Religião da Universidade de Exeter, Francesca Stavrakopoulou.

Segundo os especialistas, são várias as evidências: inscrições misteriosas, pequenas estatuetas de cerâmica, e até trechos da própria Bíblia. Tudo indica que a deusa seria a companheira do deus judaico cristão Javé/ Jeová.

Menções bíblicas da ‘esposa de deus’

Ela é mencionada pelo menos 40 vezes na bíblia hebraica, e inclusive teria sua figura representada dentro do Templo de Jerusalém, o Templo de Javé. No Livro dos Reis, consta que uma estátua de Asherah foi colocada no templo e que as mulheres teceram vestimentas para ela em um ritual. Josias, rei de Judá (o reino israelita do sul), teria arrancado a estátua e todos os símbolos da deusa do templo e queimado, por volta do ano 620 a.C. Segundo os pesquisadores, ele teria feito isso por que achava que o culto à essa deusa era uma influência negativa, que competia com o culto ao verdadeiro deus dos israelitas.

Culto à Deusa Ashera

O culto à Asherah também parece ter sido muito importante fora de Jerusalém, nos chamados “lugares altos”, onde árvores vivas eram cultuadas como símbolo da deusa.
Estátuas de Asherah, possivel esposa do deus bíblico
Estatuetas femininas dos antigos israelitas que representam traços maternais, seios fartos e ventres grávidos, valorizando os atributos femininos considerados divinos.
Isso acontecia em santuários ao ar livre, nos topos das montanhas, evidenciando uma profunda ligação com a natureza. Asherah seria uma forma de reverenciar a fertilidade feminina e o papel da mulher, com a árvore como símbolo disso tudo.

Evidências da deusa Asherah

Graças a arqueologia, vários dados surpreendentes vieram à tona: no sítio arqueológico de Kuntillet Ajrud, no Sinai egípcio, perto da fronteira com Israel, foi localizado um local que funcionava como ponto de parada de caravanas, onde havia até um templo.
Inscrições em hebraico representam deus e sua esposa, segundo alguns especialistas
Inscrição em hebraico datada de 800 a.C. no alto o pedido de benção de “Javé de Samaria e sua Asherah”. Casal abaixo do texto, poderia retratar deus e sua esposa, com cabeças de bovino, segundo alguns especialistas
Inscrições e desenhos em fragmentos de cerâmica revelaram frases pedindo a benção de “Javé de Teiman e sua Asherah”, o casal de deuses. Existe até um bizarro desenho de duas figuras humanoides com cabeças de bovinos, uma com traços mais masculinos e outra com traços mais femininos.

O outro lado da polêmica

Especialistas mais conservadores relutam em reconhecer a veracidade das novas teorias. Eles rebatem com algumas explicações: Os desenhos com cabeça de touro poderiam ser justificados porque esse animal representa força e poder no culto de Samaria. Quanto ao termo “sua Asherah”, isso pode se referir a um objeto, não a uma pessoa ou a uma deusa, já que a palavra “asherah”, além de ser o nome de uma deusa dos cananeus, também é uma palavra comum que designa um poste de madeira usado para cerimônias religiosas.
Bom, se você ficou na dúvida não tem problema, afinal os especialistas também estão, e até agora não chegaram a um acordo sobre a questão (e provavelmente não chegarão nunca…). Certeza mesmo, só a polêmica que esse assunto ainda vai causar.
15/05/2015
Antes de mais nada, devemos saber que castelo e palácio são duas coisas diferentes: os palácios são projetados e construídos com a intenção de ostentar e enaltecer seu nobre habitante, e por isso, normalmente são muito luxuosos, confortáveis, decorados com materiais raros, etc… Já no caso dos castelos, esqueça qualquer tipo de conforto… eles eram projetados com foco na defesa, e em geral não davam nenhuma prioridade ao conforto de seu habitante.

Reunimos uma lista com várias perguntas e respostas sobre os castelos, e com certeza você vai se surpreender com vários fatos e curiosidades:

Como eram construídos os castelos?

Em alguns filmes, como “Coração valente” por exemplo, você já deve ter reparado naquelas construções bem rudimentares de madeira, que mais se parecem com um “forte Apache”. Essas fortificações eram chamadas de ‘motte-and-bailey‘. Os castelos normalmente começavam assim mesmo, como uma pequena fortificação improvisada sobre algum ponto mais alto da região, cercada pelas casas dos moradores logo abaixo. Com o tempo (e dependendo da necessidade de se manter aquela posição de defesa) o castelo ia “evoluindo”, sendo reforçado com pedras pra evitar a fraqueza óbvia da madeira em relação ao fogo, e pouco a pouco, ia se tornando cada vez mais elaborado e impenetrável.

Quais as defesas dos castelos?

As defesas de um castelo medieval
[Clique na imagem para ampliar]
Os castelos tinham basicamente o simples objetivo de manter os inimigos do lado de fora, e pra tentarem cumprir essa finalidade, os criativos (e até cruéis) construtores e engenheiros imaginavam tudo e mais um pouco: fossos, torres, muralhas, buracos mortais, seteiras (que são aquelas fendas nas paredes usadas pelos arqueiros), buracos mortais no alto dos portões e paredes, por onde líquidos ferventes poderiam ser derramados sobre os infelizes invasores, eram algumas de suas armas.

Qual o segredo das escadas espirais nos castelos?

Castelos - Escadas espirais
Talvez você nunca tenha reparado,mas até as escadas tinham seu propósito de defesa. Elas normalmente eram construídas em espiral e giram no sentido horário justamente para complicar a vida de qualquer invasor: quem subia a escada ficava com os movimentos do braço direito prejudicados pela parede central da escada, e não teria espaço para golpear com a espada. Já os defensores do castelo tinham uma posição vantajosa, acertando os inimigos de baixo pra cima, e com espaço suficiente do lado direito pra dar força ao golpe! A não ser que o castelo fosse atacado por um batalhão de canhotos, a batalha nas escadas já estava garantida, e um terrível massacre também…

Qual era o ponto fraco dos castelos?

Fraquezas de um castelo
Os castelos tinham inúmeros e terríveis meios para evitar um ataque, mas mesmo assim, o maior ponto fraco era justamente aquele onde não havia muito o que fazer: os poços. Como os castelos geralmente estão em pontos altos, era muito difícil construir um poço fundo o bastante dentro do castelo, portanto era essencial garantir a segurança dos poços que se localizavam mais abaixo, no vilarejo ao redor. Se os poços não estivessem bem protegido, o castelo era inútil, pois os invasores podiam contaminar a água, e não haveria como resistir a um cerco com soldados morrendo de sede.

Existem muitos castelos no mundo?

Ruínas de castelo em Yorkshire
Depende… Existem muitos “locais de castelos” pelo mundo, e essa expressão “locais de castelos” é bem apropriada, já que a maioria dos locais são apenas ruínas, onde mal se consegue identificar alguma coisa que se pareça com um castelo. Nesses locais, a maioria dos castelos já nem existe mais, vítimas do tempo, das guerras, da falta de manutenção, etc. Mas muitos outros ainda estão bem preservados. Por isso, tome muito cuidado se você for visitar qualquer castelo, e tente pesquisar antes pra saber se ele é um “local de castelo” ou um castelo mesmo!

Os castelos eram confortáveis e luxuosos?

Interior de um castelo medieval
Lamentamos destruir a fantasia de muita gente, mas definitivamente os castelos não tinham praticamente nenhum luxo ou conforto. Era exatamente o oposto disso: essas construções eram voltadas para a defesa, sendo assim, eram extremamente desconfortáveis, úmidos, escuros, frios, e normalmente bem sujinhos. Mesmo os banheiros dos castelos eram apenas uma pequena e fria sala mal-cheirosa, com um humilde buraco, que levava os dejetos por arcaicas canaletas até o fosso por exemplo. Claro que com o passar do tempo melhorias iam sendo implementadas, como tapetes para tentar aquecer um pouco os ambientes, vitrais que davam alguma beleza, móveis, etc. Mas mesmo assim, os castelos nunca poderiam ser considerados realmente confortáveis. Conforto mesmo, só a proteção que eles ofereciam!

Como era trabalhar em um castelo?

Como era trabalhar em um castelo?
Os empregados pessoais dos nobres geralmente eram tratados como se fossem um animal de estimação da família. E se você acha que isso era considerado ruim, se enganou! Os empregados se consideravam sortudos, afinal eles podiam dormir nos mesmos quartos dos donos dos castelos (que eram bem quentinhos com suas lareiras), eram os primeiros a comer os restos fresquinhos das delícias servidas nos banquetes, tinham roupas melhores (afinal estavam em contato direto com a nobreza e deveriam estar apresentáveis) e mesmo dormindo no chão, podiam contar com cobertores bons. Já o resto da criadagem do castelo não tinha essa sorte e provavelmente deviam invejar muito esses “cachorros de estimação da nobreza”…

O que os habitantes dos castelos faziam pra se divertir?

Castelo - Salão de banquete
As atividades diurnas incluíam caçadas e treinos de combate. Já dentro do castelo não havia muito o que fazer, além de jogar xadrez ou fofocar. Então a maior diversão “indoor” era comer mesmo! Bem parecido com o que fazemos hoje, não é mesmo? Os grandes festejos eram sempre os mais esperados, com muita comida e bebida, diversão com os “bobos da côrte”, etc…

Segredos de Angkor a "Atlântida Asiática" do Camboja são revelados
Mapeamento a laser da floresta cambojana revela segredos de uma cidade medieval oculta

Cidade medieval de Angkor permaneceu escondida até século 19 quando foi descoberta :
13.10.2014

 


Nas profundezas da selva do Camboja encontram-se os restos de uma vasta cidade medieval que permaneceu escondida até o século 19.
Agora, técnicas modernas de arqueologia estão revelando os segredos dessa cidade misteriosa: uma rede intrincada de templos, largas avenidas e sofisticadas obras de engenharia. E, mais incrível ainda, os arqueólogos encontraram na região uma outra cidade, ainda mais antiga - uma verdadeira "Atlântida" em plena selva do Camboja.

Em abril de 1858, um jovem explorador francês, Henri Mouhot, velejou de Londres para o sudeste da Ásia. Durante três anos de viagens, ele pesquisou e identificou exóticos insetos da floresta que ainda hoje carregam seu nome.

Mouhot morreu em Laos, em 1861, vítima de uma doença contraída na selva. Muito provavelmente, o nome do explorador teria caído no esquecimento. No entanto, um diário de viagem escrito por ele, narrando suas aventuras, foi publicado dois anos mais tarde.

O livro conquistou o público não apenas por conta de suas representações de aranhas e outros insetos. O diário de Mouhot também continha vívidas descrições de templos invadidos pela floresta, apresentando ao mundo, em todo o seu esplendor, a cidade medieval perdida de Angkor, no Camboja.

"Um desses templos, um rival do templo de Salomão, erguido por um Michelangelo da Antiguidade, mereceria lugar de honra ao lado das nossas mais belas construções. É mais grandioso do que qualquer obra deixada para nós pelos gregos ou romanos", ele escreveu.

As descrições de Mouhot ajudaram a firmar, na cultura popular, a poderosa fantasia de exploradores às voltas com templos esquecidos.

Hoje, o Camboja é famoso por essas ruínas. A maior, Angkor Wat, construída por volta de 1150, continua sendo o maior complexo religioso do planeta, cobrindo uma área quatro vezes maior do que a Cidade do Vaticano.

A cidade medieval atrai dois milhões de turistas por ano e ocupa lugar de honra na bandeira do Camboja.

Atlântida da Selva -  Em 1860, no entanto, Angkor Wat era conhecida apenas por monges e moradores da região. E eles não tinham a menor ideia de que esse grande templo havia sido cercado, um dia, por uma cidade com quase um milhão de habitantes.

Foi necessário quase um século de exaustivos estudos arqueológicos de campo para completar o mapa. Aos poucos, a cidade perdida de Angkor começou a ressurgir, rua após rua. Ainda assim, restavam várias lacunas em branco.
A tecnologia da Lidar revelou a cidade original de Angkor,
 as linhas vermelhas indicam os traços modernos incluindo
 estradas e canais. (Foto: Khmer Archaeological LiDAR Consortium -KALC)

No ano passado, arqueólogos anunciaram uma série de novas descobertas sobre Angkor. E disseram ter encontrado uma cidade mais antiga ainda, escondida mais além, nas profundezas da floresta.

Uma equipe internacional, liderada pelo arqueólogo Damian Evans, da Universidade de Sydney, Austrália, tinha mapeado 370 km quadrados em torno de Angkor com uma precisão de detalhes absolutamente sem precedentes. Um feito impressionante, tendo em vista a densidade da floresta e a presença de minas remanescentes da guerra civil no Camboja. Mais notável ainda, o mapeamento foi feito em apenas duas semanas.

O segredo da equipe australiana chama-se Lidar, uma tecnologia que está revolucionando a arqueologia, especialmente nos trópicos.
Embutido em um helicóptero que sobrevoou toda a selva do Camboja, o sistema Lidar emitiu um milhão de raios laser a cada quatro segundos, registrando minúsculas variações na topografia do solo.

Os arqueólogos encontraram traços da cidade entalhados no chão da floresta, com templos, ruas e elaborados aquedutos distribuídos pela região.
Variações climáticas dramáticas no final da Idade Média levaram
ao declínio de Angkor (Foto:Gety Image)

"Você tem essa espécie de revelação quando coloca os dados na tela pela primeira vez e lá está, essa cidade antiga, com absoluta clareza, bem na sua frente", disse Evans.

As novas descobertas transformaram profundamente nossa compreensão de Angkor, a maior cidade medieval do mundo.

No seu apogeu, no final do século 12, Angkor era uma metrópole que cobria 1.000 km quadrados. (Para se ter uma ideia, Londres só alcançou esse tamanho 700 anos depois.)

Angkor foi a capital do poderoso império Khmer que, sob o comando de reis guerreiros, dominou aquela região durante séculos. Seu território cobria o que hoje entendemos como Camboja, Vietnã, Laos, Tailândia e Mianmar. Mas suas origens ainda eram mistério.

Inscrições indicavam que o império havia sido fundado no início do século 9 por um grande rei, Jayavarman Segundo, e que a primeira capital, Mahendraparvata, ficava em montanhas a nordeste do ponto onde Angkor seria, mais tarde, construída.

Simulação- Mas ninguém sabia ao certo - até a chegada da equipe australiana. Uma análise da área com o auxílio da nova tecnologia revelou tênues vestígios de templos desconhecidos e uma elaborada rede de avenidas, diques e lagos artificiais - uma "Atlântida" na selva.

Mais impressionante ainda foram evidências de obras de engenharia hidráulica de grande escala identificadas pelos sensores - uma marca registrada do império Khmer.

No final do século 9, quando a capital foi transferida para um ponto mais ao sul, onde fica Angkor, engenheiros Khmer já eram capazes de armazenar e distribuir grandes quantidades de preciosa água recolhida durante a estação das monções por meio de uma rede complexa de canais e reservatórios.

A capacidade de armazenar água permitia estabilidade nos suprimentos de alimentos e enriqueceu a elite Khmer.
Durante os três séculos seguintes, essa riqueza financiou a maior concentração de templos da Terra.

Um destes, o Preah Khan, construído em 1191, continha 60 toneladas de ouro. Hoje, essa material valeria US$ 3,3 bilhões.

Declínio - Mas apesar de toda essa riqueza, Angkor não foi capaz de derrotar um inimigo inclemente: o clima.
No momento em que o programa de construção de templos atingia seu pico, a rede hidráulica, vital para a sustentação da cidade, começou a sofrer por falta de manutenção.

No final da Idade Média houve variações dramáticas de clima no sudeste asiático. Amostras de troncos de árvores registram flutuações repentinas entre secas extremas e chuvas torrenciais. E o mapa produzido pelo sistema Lidar revela os danos catastróficos que as inundações provocaram.

Sem esse mecanismo vital de sustentação, Angkor caiu em declínio e jamais se recuperou.
No século 15, os reis Khmer abandonaram a cidade e se mudaram para a costa. Lá, construíram uma nova cidade, Phnom Penh, atual capital do Camboja.

Quando Mouhot chegou, encontrou apenas os grandes templos de pedra, muitos, em ruínas. Praticamente todo o resto - de casas populares a palácios reais, feitos de madeira - havia apodrecido. A metrópole que um dia existira em torno dos templos tinha sido devorada pela floresta.

Angkor Wat!!! Uma cidade perdida
 

Nas profundezas da selva do Camboja repousam os restos de uma cidade medieval. Escondida durante séculos, novas técnicas arqueológicas estão a revelar os seus segredos

 
Esta obra foi iniciada em 802, não por deuses gigantes, mas sim por Jayavarman II, um rei khmer que escolhera construir sua capital ali. (Angkor significa “cidade” na língua khmer). Em dois séculos, aproximadamente um milhão de pessoas viveram lá. A cidade se estendeu pela planície por 259 km2.
Nos dias de hoje, o Camboja é famoso por essas construções. O maior, Angkor Wat, continua a ser o maior complexo religioso na Terra, cobrindo uma área quatro vezes maior do que a Cidade do Vaticano. Atrai dois milhões de turistas por ano e tem orgulho do lugar na bandeira do Camboja.
 
Angkor Wat e a cidade ao seu redor prosperaram até 1431, quando invasores de Siam (atual Tailândia) chegaram. Bastante prejudicada, Angkor foi logo abandonada. Mas a floresta provou ser uma invasora ainda mais destrutiva. Viderias, trepadeiras e furiosas figueiras sufocaram a construção e derrubaram, em pedaços, as paredes de alvenaria, engolindo a cidade perdida.

Os arqueólogos encontraram paisagens urbanas gravadas no chão da floresta, com templos, rodovias e hidrovias elaboradas, espalhadas por toda a paisagem. «É uma espécie de momento “eureka” quando se vê pela primeira vez a informação no ecrã: ali está a antiga cidade mesmo à nossa frente», contou Evans à BBC.

O levantamento LIDAR das colinas revelou contornos fantasmagóricos no chão da floresta de templos desconhecidos e uma grelha elaborada e totalmente inesperada de avenidas cerimoniais, diques e lagoas artificiais – uma cidade perdida, agora encontrada. O mais impressionante de tudo foi a evidência de engenharia hidráulica de grande escala, a assinatura que define o império Khmer.


Agência espacial norte-americana convida o mundo inteiro para vigiar os céus.

Agência espacial norte-americana convida o mundo inteiro para vigiar os céus.



Em uma nota divulgada em seu site, a NASA anunciou o lançamento de um novo programa espacial chamado “Grand Challenge” (ou Grande Desafio, em tradução livre), focado em detectar rochas espaciais que possam oferecer algum risco para a Terra. O projeto foi apresentado durante uma convenção em Washington e consiste em um grande esforço no sentido de criar estratégias para proteger o nosso planeta contra o impacto desses objetos.

Segundo informou, a agência espacial já trabalha em um projeto que visa localizar asteroides, alterar suas rotas e enviar astronautas para estudar esses objetos. Sendo assim, o Grande Desafio é uma espécie de “complemento” a essa missão exploratória, cujo objetivo não é só detectar asteroides, mas também entendê-los o suficiente para saber o que fazer no caso de potencial risco de colisão.

Para isso, a NASA contará com o apoio de equipes multidisciplinares e uma variedade de associações, envolvendo outras agências espaciais, parceiros internacionais, centros de pesquisa e membros da iniciativa privada. Mas, além disso, a agência também deseja envolver a comunidade no projeto, solicitando que astrônomos amadores mantenham seus vigilantes telescópios voltados para o céu.

terça-feira, 12 de agosto de 2014


As fotos mais legais e interessantes que circulam pela internet. Confira as dez mais dessa semana:

As fotos mais legais e interessantes que circulam 
pela internet. Confira as dez mais dessa semana:



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segunda-feira, 11 de agosto de 2014


As 13 datas comemorativas possivelmente desconhecidas por você....

As 13 datas comemorativas possivelmente desconhecidas por você

Você é espertinho e provavelmente sabe que o Dia dos Namorados é 12 de junho, que o Natal se comemora em 25 de dezembro e que 1º de abril é Dia da Mentira, mas o que você talvez não saiba é da existência de datas comemorativas superbizarras, como o Dia dos Enfermos. Conheça abaixo mais algumas dessas comemorações estranhas:

1 – Dia Internacional do Riso

Fonte da imagem: Pixabay

Quando chegar o próximo 18 de janeiro, não se esqueça de comemorar.

2 – Dia dos Enfermos

Fonte da imagem: Pixabay

Como foi citada no início, essa data é celebrada 14 de janeiro.

3 – Dia Mundial das Zonas Úmidas

Fonte da imagem: Pixabay

Comemora-se no segundo dia de fevereiro. Não esqueça.

4 – Dia Nacional da Língua Materna

Fonte

Fonte da imagem: Reprodução/LiveInternet

Sua cabeça sem cabelos merece ser celebrada. Anote na agenda: 14 de março.

6 – Dia do Cacau

Fonte da imagem: Pixabay

O melhor dia para se empanturrar de chocolate é 26 de março.

7 – Dia Mundial do Sol

Fonte da imagem: Pixabay

 

Hora de encher bexigas, jogar confete para cima e saltitar por onde quer que você passe. Contudo, é claro, que você esteja no dia 08 de julho.

10 – Dia do Pombo da Paz

 

Fonte da imagem: Reprodução/Satedrs

Não se esqueça de, no próximo 25 de setembro, pelo menos mandar uma mensagem para aquela sua tia que pergunta como vão “os (as) namorados (as)”, sempre no plural.

12 – Dia do Numismata

Fonte da imagem: Pixabay

Que é a pessoa que estuda moedas e medalhas. Comemora-se no dia 01 de dezembro.

13 – Dia do Alcoólico Recuperado

Fonte da imagem: Pixabay

O que a cegonha tem a ver com a chegada dos bebês?

O que a cegonha tem a ver com a chegada dos bebês?




É muito comum vermos em filmes, em peças de teatro, na literatura e principalmente nos desenhos animados que são as cegonhas que trazem os bebês recém-nascidos aos papais e às mamães. A imagem do grande e desengonçado pássaro segurando um pano no bico contendo um infante indefeso, que geralmente fica quietinho até que seja retirado da cobertura, sempre toca o coração das pessoas.

Mas o que essa ave tem a ver com a geração das crianças? Você alguma vez em sua vida já se questionou sobre a origem desse mito ou mesmo quem acreditou pela primeira vez que uma cegonha seria a responsável pelo preenchimento dos lares? Será que a ciência consegue explicar essa relação?

Notável coincidência

Acontece que o folclore de algumas culturas acredita que a movimentação das cegonhas pode estar associada a eventos que acontecerão no futuro. Assim, os diferentes tipos de movimentos que são realizados por elas certamente indicam que uma determinada coisa está para acontecer.

Principalmente em países ocidentais, acreditava-se que, se alguém visse uma cegonha no telhado de uma casa, aquele lar certamente estaria prestes a receber a chegada de uma nova vida. Por essa razão, a imagem específica dessas aves foi associada ao nascimento dos bebês — ou que os recém-nascidos seriamtrazidos pelas cegonhas.

Fonte da imagem: Reprodução/Shutterstock

Ao que parece, essa crença surgiu em alguns pequenos vilarejos na Holanda. Como a população do local foi aumentando, a quantidade de casas que foram construídos no entorno da vila também seguiu a mesma crescente. Com isso, existiam mais telhados para que as cegonhas — aves comuns na região — fixassem pouso durante seus passeios diários.

Se o número de habitantes de um local aumenta, podemos presumir que os nascimentos também são mais comuns, ou seja, existem mais bebês. E assim a conclusão que o povo daquela pequena vila chegou foi que as cegonhas pareciam estar trazendo as crianças aos casais.

Claro que há outras teorias para essa origem, como uma que atribui o fato ao interior da Alemanha, afirmando que a relação é proveniente de uma denominação de duplo sentido que a cegonha recebeu devido a uma semelhança nominal com uma “gíria” da época para o apêndice masculino.

Agora você já pode explicar para as crianças a origem dessa relação quando elas virem o enorme pássaro branco em algum desenho.

domingo, 10 de agosto de 2014


Dia dos Pais...SEM PALAVRAS...Antonio Fagundes e filho, Reginaldo Faria e filho, Antônio Pitanga e Filha, Fábio Jr e Filho...Wolf Maya e filha,



Na véspera do Dia dos Pais, relembre estrelas que 

contracenaram em família...



De pai para filho: os artistas que influenciaram os filhos também na TV

Antônio Fagundes recebe o filho em sua primeira cena em novela (Foto: Globo/Renato Rocha Miranda)Antonio Fagundes recebe o filho em sua primeira cena em novela (Foto: Renato Rocha Miranda / TV Globo)
 reúne pais e filhos que contracenaram na TV. A mais recente, foi a estreia de Bruno Fagundes na televisão ao lado do pai. Antonio Fagundes literalmente abriu a porta para o filho que interpretava o Doutor Renato na novelaMeu Pedacinho de Chão. "Quem recebe o personagem do Bruno na Vila de Santa Fé é o meu personagem. Foi até emocionante estar entrando na novela pelas minhas mãos sem querer", disse Fagundes.
Marcelo e Reginaldo Faria caracterizados para a novela Beleza Pura (Foto: TV Globo / Kiko Cabral)Marcelo e Reginaldo Faria caracterizados para a novela 'Beleza Pura' (Foto: TV Globo / Kiko Cabral)
Em 2009, Reginaldo e Marcelo Faria se encontraram na segunda versão de Paraíso. Marcelo fazia o mesmo papel do pai na trama. A versão jovem de “Seu Lotério” encontra a adulta em um flashback que deu a oportunidade de pai e filho contracenarem. Em Amor Eterno Amor, mais uma vez os roteiros se cruzaram e os atores estiveram na mesma cena. Mais tarde, os atores também atuaram na novela Beleza Pura, em que Marcelo era um primo distante e único herdeiro do personagem de Reginaldo Faria.
Em produção de 2009, LIlian já era veterana em atuar com o pai! (Foto: TV Globo / Alex Carvalho)Em produção de 2009, Livian já era veterana em atuar com o pai (Foto: TV Globo / Alex Carvalho)
Livian Aragão começou a atuar ainda muito nova e ao lado do pai. A participação em especiais e filmes era sempre sob supervisão de Renato Aragão. Encarando papéis independentes e fazendo sua própria carreira, a atriz causa um misto de sentimentos no humorista: “Me faz feliz, mas me dá muita preocupação”. A menina retribuiu com carinho e admiração: "Não peço conselho, mas ao longo dos trabalhos que faço, ele me dá umas dicas. É muito bom ouvir alguém em quem você confia e que realmente entende do assunto".
Camila e Antônio Pitanga já contracenaram diversas vezes na telinha. (Foto: TV Globo / Renato Rocha Miranda)Camila e Antônio Pitanga já contracenaram diversas vezes na telinha (Foto: TV Globo / Renato Rocha Miranda)
Com 18 anos, Camila Pitanga atuou junto com Antônio Pitanga na novela A Próxima Vítima. Quatro anos mais tarde, na produção Cama de Gato, que foi ao ar no horário das 6, os atores voltaram a se encontrar em cena, dessa vez como pai e filha também na ficção.
Em Tal Filho, Tal Pai os atores repetem a relação que tem em casa (Foto: TV Globo / Marcio Nunes)Em 'Tal Filho, Tal Pai' os atores repetem a relação que têm em casa (Foto: TV Globo / Marcio Nunes)
Galãs de diferentes épocas, Fábio Jr. e Fiuk encantaram mulheres de todas as idades ao atuarem juntos no especial de fim de ano de 2010, Tal Filho, Tal Pai. Na produção, os atores e músicos repetiram a formação familiar e levaram para telinha algumas das experiências que dividem em casa.
Wolf e Maria Maya na novela Senhora do Destino (Foto: TV Globo / João Miguel Júnior)Wolf e Maria Maya na novela 'Senhora do Destino' (Foto: TV Globo / João Miguel Júnior)
Wolf Maya dirigiu e atuou com a filha, a atriz Maria Maya, na novela Senhora do Destino. Os dois estavam em núcleos diferentes, ela era uma sambista que chamava a atenção e ele um ricaço que muda sua perspectiva sobre a vida após descobrir que era filho do mordomo com uma cozinheira.



 



Pesquisadores australianos descobriram o sítio arqueológico de 1.200 anos no Camboja

Pesquisadores australianos descobriram o sítio arqueológico de 1.200 anos no Camboja



De acordo com o site The Age, um grupo de arqueólogos da Universidade de Sydney, na Austrália, descobriu a localização de uma antiga cidade perdida de mais de mil anos oculta nas florestas do Camboja. O local, conhecido como “Mahendraparvata”, foi encontrado na região de Siem Riep, mesma área onde o famoso complexo de Angkor Wat se encontra construído.

Buda camuflado
 

A cidade perdida pré-data o complexo de Angkor Wat em 350 anos, e foi descoberta no topo de uma montanha chamada Phnom Kulen. Para localizar o sítio, os arqueólogos contaram com a ajuda de um antigo soldado do Khmer Vermelho e de um tipo de tecnologia de sensoriamento remoto conhecido como LIDAR, baseado no sobrevoo de aeronaves que emitem pulsos de laser para gerar mapas detalhados de determinado terreno.

Laser e arqueologia

Segundo a publicação, as informações obtidas a partir dos sobrevoos revelaram a existência de dois templos e de uma caverna com paredes repletas de inscrições. Depois, durante expedições ao local, os arqueólogos encontraram evidências de antigas vias e canais, além de diversos outros templos.

F

 ainda identificou, a partir do mapeamento realizado através do LIDAR, diversos montes espalhados pela região da cidade perdida, os quais os arqueólogos acreditam ser antigas sepulturas. Não é a primeira vez que essa tecnologia de sensoriamento remoto é utilizada por arqueólogos, já que recentemente as ruínas da lendária “Ciudad Blanca” também foram descobertas com a ajuda do LIDAR em Honduras.


Apesar de o mapeamento ter resultado em uma imensa ajuda na hora de identificar a localização exata das ruínas de Mahendraparvata, os arqueólogos ainda têm muito trabalho a fazer. Conforme explicaram, apenas uma parcela da cidade perdida foi revelada pelo LIDAR, e o tamanho real do antigo sítio continua sendo um mistério.
Pesquisadores encontram um parafuso de 300 milhões de anos...

Pesquisadores encontram um parafuso de 300 milhões de anos



Em 1996, um grupo de pesquisadores russos partiu em direção à região de Kaluga à procura de vestígios de um meteorito que havia caído naquela região. A intenção da equipe era levantar materiais para pesquisar assuntos relacionados à Ufologia.


Foi então que alguns pesquisadores encontraram uma rocha antiga com um parafuso fossilizado. O mais curioso é que foram feitas avaliações para identificar a idade do material e, ao que tudo indica, o parafuso tem mais de 300 milhões de anos.

O parafuso mede aproximadamente dois centímetros de comprimento e, após ser analisado cuidadosamente, cientistas afirmam que o material é da mesma época em que os répteis surgiram em nosso planeta. Explorando ainda mais a pedra superantiga, os pesquisadores descobriram que há outro parafuso grudado a ela.


A pergunta mais óbvia é: como um objeto como esses, de funcionalidade tecnológica, pode ser tão velho? Infelizmente, essa dúvida ainda não pode ser sanada, pois as pesquisas com a rocha e os parafusos ainda não terminaram. E aí, o que você achou dessa história? Será mesmo que o parafuso é assim tão antigo? Como isso seria possível?